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A Universidade do Algarve organizou um Ciclo de Seminários em Hortofruticultura: NOVAS TECNOLOGIAS EM AGRICULTURA", com entrada livre. Estes Seminários estão incluídos no âmbito das unidades curriculares de “Sistemas hidropónicos” da licenciatura em Agronomia e de “Seminários” do Mestrado de Hortofruticultura, com a colaboração do IAAS Algarve.
Para mais informações consulte o programa aqui

De acordo com a Lei º 26/2013 de 11 de abril, que regula as atividades de distribuição, venda e aplicação dos produtos fitofarmacêuticos para uso profissional e define os procedimentos de monitorização à utilização dos produtos fitofarmacêuticos, transpondo para o direito nacional a Diretiva Quadro do Uso Sustentável dos pesticidas ( Diretiva nº 2009/128/CE de 21 deoutubro), são definidas várias medidas para redução do risco de utilização de produtos fitofarmacêuticos. No sentido de facilitar a implementação destas medidas a DGAV elaborou dois folhetos:
 1- Armazenamento dos produtos fitofarmacêuticos na exploração;
 2 -Preparação das caldas e limpeza de equipamentos de aplicação de produtos fitofarmacêuticos nas explorações agrícolas/florestais
Ainda de acordo com a legislação supra referida, e de acordo com as medidas de redução da dependência da utilização dos pesticidas, nomeadamente  o fomento da  proteção integrada e agricultura biológica, desde 1 de janeiro de 2014, existe a obrigatoriedade da adoção dos princípios  gerais da proteção integrada, por parte de todos os agricultores profissionais. No sentido de facilitar a compreensão e adoção destes princípios, por parte dos agricultores profissionais, a DGAV elaborou o folheto: 
 3 -  Estratégia de proteção fitossanitária/proteção integrada.
 
IMPORTANTE: A habilitação adequada de quem compra, manuseia ou aplica produtos fitofarmacêuticos de uso profissional contribui para a salvaguarda da saúde humana e do ambiente e recursos naturais sendo obrigatória a partir de 26 de novembro de 2015

       Para mais informação clique aqui 

NOVAS REGRAS PARA APLICADORES DE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS
COMUNICADO
A partir de 31/12/2015 para adquirir ou aplicar produtos fitofarmacêuticos os agricultores e outros utilizadores deverão estar inscritos numa ação e completar 1 módulo de 4 horas de formação até 31/5/2016, nos termos do Despacho em anexo.
Outras informações podem ser obtidas na DGAV, DGADR, nos Serviços Regionais do Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural e nas Organizações de Agricultores.
de 4 horas de formação até 31/5/2016, nos termos do Despacho
em anexo.
Outras informações podem ser obtidas na DGAV, DGADR, nos Serviços Regionais do Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural e nas Organizações de Agricultores.
Para mais informação consulte o site de DGAV: www.dgav.pt

 

 

 

 

INFORMAÇÃO
De acordo com a legislação em vigor, quer nacional (Decreto-Lei n.º 95/2011, de 8 de agosto), quer Comunitária (Decisão de Execução 2012/535/UE, da Comissão, de 26 de setembro), ambas relativas à aplicação de medidas de emergência contra a propagação de Bursaphelenchus xylophilus (Steiner et Buhrer) Nickle et al. (Nemátodo da Madeira do Pinheiro - NMP), existem disposições específicas relacionadas com a obrigatoriedade de utilização de produto fitofarmacêutico, ou dispositivo de proteção fitossanitária (rede inseticida), impostas durante o período de voo do inseto vetor do NMP (de 2 de abril a 31 de outubro), aplicáveis em determinadas situações, aquando do transporte e armazenamento de material lenho de coníferas.

 

 

No sentido de habilitar os utilizadores profissionais para aplicação  da rede impregnada com inseticida durante o transporte o Ministério da Agricultura (ICNF, DGAV, INIAV), em colaboração com a ANEFA, promoveram e realizaram diversos Workshops práticos em várias zonas do País.

De acordo com a Lei 26/2013, de 11 de abril, todos os utilizadores profissionais que manuseiam ou aplicam os produtos fitofarmacêuticos  devem comprovar a frequência de formação especifica (certificado da formação) e devem solicitar a habilitação como “Aplicador da rede para controlo do vetor do NMP” , na DRAP da sua área de abrangência.

  PLANO DE AÇÃO NACIONAL PARA O CONTROLO DA PSA em Kiwi 

 Apresenta-se o Plano de acção nacional para controlo da PSA Pseudomonas seryngae em kiwi, que pretende perante os focos de infeção assinalados em Portugal, reforçar todas as ações de combate à PSA, de forma a limitar a introdução e a dispersão da doença e, sempre que possível, erradicar  os focos detetados, tendo como fim a proteção da produção nacional de kiwi, deste grave problema.

Para mais informação clique aqui

PLANO DE AÇÃO NACIONAL PARA O CONTROLO DO FOGO BACTERIANO
A Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) apresenta a actualização do Plano de acção nacional para controlo do fogo bacteriano, elaborado em 2012, tendo em consideração os resultados obtidos na sua implementação

Para mais informação clique aqui

FOGO BACTERIANO
O fogo bacteriano é uma doença causada pela bactéria Erwinia amylovora (Burr.) Wins. et al., considerada um organismo nocivo de quarentena a nível comunitário. Em abril de 2012, foi elaborado um Plano de Ação Nacional para o Controlo do Fogo Bacteriano  no qual se estabelece as ações a executar, nomeadamente a destruição e queima do material infetado.

As queimas realizadas, por motivos fitossanitários, nos espaços rurais quando o risco de incêndio florestal é muito elevado ou máximo, devem ser realizadas na presença de uma unidade de um corpo de bombeiros ou de uma equipa de sapadores florestais e previamente comunicadas às autoridades competentes. Neste sentido devem os proprietários, dos vegetais infetados contatar previamente o dispositivo da GNR, para agendamento da realização da queima e para obter informação sobre as condições para a sua realização.

A informação relativa ao risco de incêndio passa a ser aqui disponibilizada clique aqui>>

Informação sobre a Recolha de embalagens vazias de pesticidas.

  clique aqui>>

A VALORFITO passou a recolher as embalagens vazias de pesticidas ao longo de todo o ano. Assim, a partir de agora as embalagens podem ser entregues nos pontos de recolha em qualquer momento. Informe-se junto do seu fornecedor e cumpra as normas das boas práticas agrícolas e ambientais.


Circular de Avisos nº 15 (2016) Olival e Citrinos - Estação de Avisos de Castelo Branco (19-09-2016)
Circular nº 20/ 2016 - Estação de Avisos de Entre Douro e Minho - Porto (14-09-2016)
Circular de Aviso nº 16 (2016)-Oliveira, citrinos, macieira e palmeira - Estação de Avisos do Dão (09-09-2016)
Circulares de Avisos por Est. de Aviso / Cultura / Inimigo











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