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A sensibilização e informação dos cidadãos sobre os comportamentos de risco, que são responsáveis por incêndios, é uma das formas mais eficazes de reduzir o número de ignições e, por essa razão, um dos principais eixos do Programa Nacional de Redução de Ignições de Incêndio.
Dado que muitos dos incêndios rurais têm origem em atividades agrícolas e florestais, torna-se importante sensibilizar a população, bem como os agentes do mundo rural, designadamente, agricultores, produtores florestais, proprietários rurais, entre outros, para a necessidade de serem evitados comportamentos de risco, como o uso do fogo no campo ou de máquinas e alfaias agrícolas e florestais, especialmente nos dias de maior risco.
Assim a Direção Regional de Agricultura e Pescas do Centro disponibiliza, a informação e materiais divulgativos, produzidos pelo ICNF-Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, sobre “Defesa da Floresta contra Incêndios”.
Para tal basta aceder ao respetivo link que se encontra na página principal do portal em: www.drapc.gov.pt
Ou diretamente em: http://www.drapc.gov.pt/base/dossiers_destaque.php?doss=134

 

Estão disponíveis ainda materiais informativos produzidos pela AGIF-Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais, no link “Portugal Chama”,

presente igualmente na página de abertura do portal internet da DRAPCentro.

A sensibilização e informação dos cidadãos sobre os comportamentos de risco, que são responsáveis por incêndios, é uma das formas mais eficazes de reduzir o número de ignições e, por essa razão, um dos principais eixos do Programa Nacional de Redução de Ignições de Incêndio.
A Direção Regional de Agricultura e Pescas do Centro e a Direção-Geral de Alimentação e Veterinária, realizou um Seminário sobre “USO SUSTENTÁVEL DE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS – Inspeção de Equipamentos de Pulverização”, que irá decorrer no Auditório da Escola Superior de Tecnologia de Viseu, em 30 de novembro de 2016. Este seminário teve como objetivo divulgar e debater informação relevante e inovadora sobre a Lei n.º 26/2013, de 11 de abril, no âmbito aplicação terrestre de produtos fitofarmacêuticos (PF´s) e inspeção de equipamentos de aplicação, visando a segurança e a redução do risco em todas as fases da utilização destes produtos. Para mais informação clique aqui.

 

 


De
acordo com a Lei º 26/2013 de 11 de abril, que regula as atividades de distribuição, venda e aplicação dos produtos fitofarmacêuticos para uso profissional e define os procedimentos de monitorização à utilização dos produtos fitofarmacêuticos, transpondo para o direito nacional a Diretiva Quadro do Uso Sustentável dos pesticidas ( Diretiva nº 2009/128/CE de 21 de outubro), são definidas várias medidas para redução do risco de utilização de produtos fitofarmacêuticos. No sentido de facilitar a implementação destas medidas a DGAV elaborou dois folhetos: 1- Armazenamento dos produtos fitofarmacêuticos na exploração;
 2 -Preparação das caldas e limpeza de equipamentos de aplicação de produtos fitofarmacêuticos nas explorações agrícolas/florestais

 

 

Ainda de acordo com a legislação supra referida, e de acordo com as medidas de redução da dependência da utilização dos pesticidas, nomeadamente  o fomento da  proteção integrada e agricultura biológica, desde 1 de janeiro de 2014, existe a obrigatoriedade da adoção dos princípios  gerais da proteção integrada, por parte de todos os agricultores profissionais. No sentido de facilitar a compreensão e adoção destes princípios, por parte dos agricultores profissionais, a DGAV elaborou o folheto: 
 3 -  Estratégia de proteção fitossanitária/proteção integrada.
 
IMPORTANTE: A habilitação adequada de quem compra, manuseia ou aplica produtos fitofarmacêuticos de uso profissional contribui para a salvaguarda da saúde humana e do ambiente e recursos naturais sendo obrigatória a partir de 26 de novembro de 2015

       Para mais informação clique aqui 

NOVAS REGRAS PARA APLICADORES DE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS
COMUNICADO
A partir de 31/12/2015 para adquirir ou aplicar produtos fitofarmacêuticos os agricultores e outros utilizadores deverão estar inscritos numa ação e completar 1 módulo de 4 horas de formação até 31/5/2016, nos termos do Despacho em anexo.
Outras informações podem ser obtidas na DGAV, DGADR, nos Serviços Regionais do Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural e nas Organizações de Agricultores.
de 4 horas de formação até 31/5/2016, nos termos do Despacho
em anexo.
Outras informações podem ser obtidas na DGAV, DGADR, nos Serviços Regionais do Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural e nas Organizações de Agricultores.
Para mais informação consulte o site de DGAV: www.dgav.pt

INFORMAÇÃO
De acordo com a legislação em vigor, quer nacional (Decreto-Lei n.º 95/2011, de 8 de agosto), quer Comunitária (Decisão de Execução 2012/535/UE, da Comissão, de 26 de setembro), ambas relativas à aplicação de medidas de emergência contra a propagação de Bursaphelenchus xylophilus (Steiner et Buhrer) Nickle et al. (Nemátodo da Madeira do Pinheiro - NMP), existem disposições específicas relacionadas com a obrigatoriedade de utilização de produto fitofarmacêutico, ou dispositivo de proteção fitossanitária (rede inseticida), impostas durante o período de voo do inseto vetor do NMP (de 2 de abril a 31 de outubro), aplicáveis em determinadas situações, aquando do transporte e armazenamento de material lenho de coníferas.

No sentido de habilitar os utilizadores profissionais para aplicação  da rede impregnada com inseticida durante o transporte o Ministério da Agricultura (ICNF, DGAV, INIAV), em colaboração com a ANEFA, promoveram e realizaram diversos Workshops práticos em várias zonas do País.

De acordo com a Lei 26/2013, de 11 de abril, todos os utilizadores profissionais que manuseiam ou aplicam os produtos fitofarmacêuticos  devem comprovar a frequência de formação especifica (certificado da formação) e devem solicitar a habilitação como “Aplicador da rede para controlo do vetor do NMP” , na DRAP da sua área de abrangência.

  PLANO DE AÇÃO NACIONAL PARA O CONTROLO DA PSA em Kiwi 

 Apresenta-se o Plano de acção nacional para controlo da PSA Pseudomonas seryngae em kiwi, que pretende perante os focos de infeção assinalados em Portugal, reforçar todas as ações de combate à PSA, de forma a limitar a introdução e a dispersão da doença e, sempre que possível, erradicar  os focos detetados, tendo como fim a proteção da produção nacional de kiwi, deste grave problema.

Para mais informação clique aqui

PLANO DE AÇÃO NACIONAL PARA O CONTROLO DO FOGO BACTERIANO
A Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) apresenta a actualização do Plano de acção nacional para controlo do fogo bacteriano, elaborado em 2012, tendo em consideração os resultados obtidos na sua implementação

Para mais informação clique aqui

FOGO BACTERIANO
O fogo bacteriano é uma doença causada pela bactéria Erwinia amylovora (Burr.) Wins. et al., considerada um organismo nocivo de quarentena a nível comunitário. Em abril de 2012, foi elaborado um Plano de Ação Nacional para o Controlo do Fogo Bacteriano  no qual se estabelece as ações a executar, nomeadamente a destruição e queima do material infetado.

As queimas realizadas, por motivos fitossanitários, nos espaços rurais quando o risco de incêndio florestal é muito elevado ou máximo, devem ser realizadas na presença de uma unidade de um corpo de bombeiros ou de uma equipa de sapadores florestais e previamente comunicadas às autoridades competentes. Neste sentido devem os proprietários, dos vegetais infetados contatar previamente o dispositivo da GNR, para agendamento da realização da queima e para obter informação sobre as condições para a sua realização.

A informação relativa ao risco de incêndio passa a ser aqui disponibilizada clique aqui>>

Informação sobre a Recolha de embalagens vazias de pesticidas.

  clique aqui>>

A VALORFITO passou a recolher as embalagens vazias de pesticidas ao longo de todo o ano. Assim, a partir de agora as embalagens podem ser entregues nos pontos de recolha em qualquer momento. Informe-se junto do seu fornecedor e cumpra as normas das boas práticas agrícolas e ambientais.


Amendoeira, Tratamentos, Lepra, Crivado, Moniliose, Fusicocum Oliveira Tratamentos - Gafa, Olho-de-Pavão, Cercosporiose, Tuberculose - Estação de Avisos da Terra Quente - Mirandela (22-11-2019)
Circular nº 14/2019 - Pruóideas, Pomóideas e Citrinos - Estação de Avisos de Castelo Branco (14-11-2019)
Circ 18/2019 - Estação de Avisos de Entre Douro e Minho - Porto (16-10-2019)
Circulares de Avisos por Est. de Aviso / Cultura / Inimigo











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